SPES
Recebemos uma carta com grave denúncia. Reproduzimos a seguir uma parte da carta (e depois faremos algumas observações):
“Caríssimos:
[...]
Há mais ou menos dois anos fiquei sabendo de uma história estarrecedora: grande parte das vacinas atualmente são feitas com tecidos de bebês abortados (vide texto abaixo *Vacinas de aborto). [...] Eis links da Fiocruz que comprovam a informação:
Outro link: informe técnico Ministério da Saúde vacinação 2011:
[...]
Outros links de onde retirei informações sobre as vacinas:
E eis uma tradução do texto que se encontra neste último link.
*VACINAS DE ABORTO
A VERDADE ESCONDIDA
Por mais de trinta anos, as indústrias farmacêuticas vêm produzindo vacinas derivadas de tecidos de bebês abortados, um fato que foi revelado quando vários artigos em prestigiados periódicos Católicos foram publicados sobre a moralidade de se usar essas vacinas. À medida que essas informações se tornaram amplamente conhecidas, um número crescente de médicos e pais muito preocupados com as questões éticas envolvidas escolheu se abster de usá-las ou dispensá-las. Os fatos são tanto assustadores quanto inquietantes.
Durante a epidemia de rubéola de 1964, alguns médicos aconselharam mães grávidas infectadas pela rubéola a abortar seus filhos, assustando-as com a possibilidade de que eles pudessem nascer com defeitos congênitos. Os pesquisadores começaram a colher o tecido fetal vivo, e no 27º bebê abortado eles acharam o vírus ativo. O vírus foi extraído do rim e classificado como RA/27/3, onde R significa Rubéola, A significa Aborto, 27 significa 27º feto abortado para o estudo deles, 3 significa terceiro tecido retirado de feto abortado e colocado numa cultura. Esse vírus foi então cultivado no tecido pulmonar de outro bebê abortado, WI-38. Extraiu-se o WI-38 (que significa Wistar Institute 38) do tecido pulmonar de uma menina intencionalmente abortada na Suécia no terceiro mês de gestação. Antes de se aperfeiçoar o uso de WI-38, houve pelo menos 19 outros abortos registrados usados nessas pesquisas.
Depois da liderança dos EUA, 10 anos mais tarde cientistas da Grã-Bretanha desenvolveram a MRC-5, extraída do tecido pulmonar de um menino abortado com três meses e meio de gestação. Essas duas linhas de células fetais são utilizadas continuamente para cultivar as variantes enfraquecidas do vírus de várias doenças para se produzir vacinas.
Tendências atuais
Pelo fato de que recebem aceitação pública pelas atuais vacinas, as indústrias farmacêuticas utilizam fontes existentes e novas de bebês abortados para o desenvolvimento de vacinas. A fonte mais recente é a nova linha de células fetais PER C6, criada pela indústria farmacêutica holandesa Crucell. Essa linha de células usa o tecido da retina de um bebê de 4 meses e meio de gestação, criado especificamente para o desenvolvimento de vacinas.
Uma escolha e uma obrigação moral
É importante lembrar que, exatamente como as terapias de células-tronco adultas (que são uma alternativa viável ao uso de embriões humanos destruídos), pode-se fazer vacinas a partir de fontes éticas. Contudo, o uso das atuais vacinas contaminadas é justificado para a realização de mais pesquisas imorais. Até mesmo importantes autoridades justificam o financiamento de pesquisas de células tronco embrionárias usando a vacina de catapora como precedente, alegando que os embriões, como os bebês abortados, já haviam sido destruídos. Mas em ambos os casos, seres humanos foram insensivelmente mortos para propósitos de pesquisas. A menos que demonstremos que não toleraremos tal exploração de bebês em gestação, a exploração irá piorar.
Vacinas americanas de linhas de células de bebês abortados
e alternativas éticas
Doença | Nome da vacina | Fabricante | Linha de célula (Fetal) | Versão Ética | Fabricante | Linha de célula (Não fetal) |
Catapora | Varivax | Merck & Co. | WI-38, MRC-5 | Não há | Não disponível | Não disponível |
Hepatite A | Vaqta Havrix | Merck & Co GSK | MRC-5 MRC-5 | Aimmungen Não disponível nos EUA | Kaketsuken (Japão & Europa) | Vero (macaco) |
Hepatite A & B | Twinrix | GSK | MRC-5 | Engerix (somente Hepatite B) Comvax (somente Hepatite B) | GSK Merck | Levedura Levedura |
Tríplice: Sarampo, Caxumba, Rubéola | MMR II | Merck & Co | RA273, WI-38 | Não há | Não disponível | Não disponível |
Sarampo-Rubéola | MR VAX | Merck & Co. | RA273, WI-38 | Attenuvax – Sarampo | Merck | Embrião de pintinho |
Caxumba-Rubéola | Biavax II | Merck & Co. | RA273, WI-38 | Mumpsvax – Caxumba | Merck | Embrião de pintinho |
Rubéola | Meruvax II | Merck & Co. | RA273, WI-38 | Takahashi Não disponível nos EUA | Kitasato Institute (Japão & Europa) | Coelho |
Tríplice + Sarampo | ProQuad | Merck & Co. | RA273, WI-38, MRC-5 | Não há | Não disponível | Não disponível |
Pólio | Poliovax | Sanofi Pasteur | MRC-5 | IPOL | Sanofi Pasteur | Vero (macaco) |
Raiva | Imovax | Sanofi Pasteur | MRC-5 | RabAvert | Chiron | Embrião de pintinho |
Artrite Ósteo-Reumatóide | Enbrel | Immunex | WI-26 VA4 | Synvisc | Genzyme Bio. | Não há |
Sepsia | Xigris | Eli Lilly | HEK-293 | Pergunte a seu médico | Não disponível | Não disponível |
Herpes-zóster | Zostavax | Merck & Co. | WI-38, MRC-5 | Não há | Não disponível | Não disponível |
Sob desenvolvimento: Ébola | TBA | Crucell/NIH | PER C6 | Não há | Não disponível | Não disponível |
Sob desenvolvimento: Gripe, Gripe Aviária | TBA | MedImmune Vaxin, Sanofi | PER C6, HEK-293 | FluVirin, Flu Shield Flu Zone, Flu Blok | Chiron, Wyeth Sanofi ,Protein Sci | Embrião de pintinho Lagarta |
Nova: HIV | TBA | Merck | PER C6 | Não há | Não disponível | Não disponível |
Nova: Varíola | Acambis 1000 | Acambis | MRC-5 | ACAM2000 MVA3000 | Acambis/Baxter | Vero (macaco) Embrião de pintinho |
Nota: Se a vacina que você está questionando não está nessa lista, provavelmente não utiliza linhas de células de bebês abortados.
Como você pode ajudar?
Peça que seu médico só encomende vacinas de alternativas éticas, que não estejam contaminadas com células de bebês abortados.”
* * *
Feita pois a denúncia, cabem agora as seguintes e importantes observações:
• Todas as vacinas de cultivo em célula diploide humana são produzidas de fetos abortados.
• São elas para caxumba, rubéola e sarampo (tríplice viral), catapora (varicela), pólio, hepatite A e raiva.
• Dão-se abaixo outras direções de páginas com informação científica, para que se possam verificar os dados. Mas ressalte-se desde já que a página da Rede Nacional de Informação sobre Imunização, do Governo dos Estados Unidos:
* tenta justificar que as células foram retiradas de fetos abortados, e portanto mortos;
* defende que não foram os pesquisadores que induziram ao aborto;
* alega que as duas linhagens de células vêm sendo reproduzidas em laboratório por 35 anos;
* promove as vacinas de fetos como seguras e eficazes;
* rejeita as vacinas produzidas de animais como caras e inseguras;
* afirma ora que um menino foi abortado por rubéola e que esta vacina tem evitado novos abortos por rubéola;
* depois se contradiz nos artigos (ex.: John D. Grabenstein) afirmando que as linhagens WI e MRC foram retiradas de um menino abortado por “razões psiquiátricas”, de aborto terapêutico, aborto intencional da mãe... e por aí vai.
Eis os links:
• A própria página da FioCruz descreve as vacinas produzidas por cultivo em células diploide humanas (entenda-se: de fetos abortados), como se pode ver nos links incluídos na carta transcrita acima.
Estamos pois diante de um quadro de horror, que não pode dar-se senão num mundo quase totalmente descristianizado. Num mundo apóstata.