sábado, 25 de maio de 2013

“Eleison Comments” by Mgr. Williamson - Issue CCCVI - 306 (English)

ETERNAL DAMNATION ? – II
 
It is idle to pretend that any of us human beings can fathom the mystery of one single soul’s damnation, let alone that of the majority of human beings that live and die, but there are certain things that can be said which make it easier to accept that there is a mystery beyond our human possibility of knowing.
The key to the mystery is surely the infinite greatness, or the limitlessness, of God. If he is infinite, then to offend him is to commit an offence which is in a certain way limitless. But the only way for a finite human being to suffer infinitely is for the suffering to have no limit or end in time. Therefore there is a certain proportion between any grave offence committed against God, and an eternal punishment.
As for the infinity or limitlessness of God, it is not too difficult for our reason to grasp it in the abstract. Effects exist all around us which require a cause. But a chain of causes can no more go on for ever than an endless series of links in a chain can hang without a ceiling-hook. So there must exist a First Cause, which we call God. But if this First Cause were composite, or put together out of parts, then whoever or whatever put it together would have to have been prior to the First Cause – impossible. Therefore God is in no way composite, he can only be simple and pure Existence. But existence is not by itself, as such, limited. Any limits on God’s being would have to have been put on him by a prior limiter, again impossible. Therefore the First Cause has no limits to his being, God is infinite existence.
In the concrete however, it is not so easy to get our minds around the infinity of God. Our human minds are working all day long on, with and from limited or finite creatures. Only when we turn our hearts and minds to God are we thinking of the infinite. Hence the common difficulty of prayer, because we can only think of what is limitless goodness by thinking of some limited goodness around us and then thinking away the limits. For instance God is as beautiful as a sunset, only infinitely more so.
It follows that the more we allow ourselves to be immersed in daily living, the less chance have our minds and hearts of grasping who or what is the God behind all the limited beings that make up our daily living. Contrariwise, the more we turn our minds and hearts to the knowing and loving of the unlimited Goodness necessarily behind all the limited good things of our daily lives, the better the access we will have to the mystery of God’s infinite goodness and to the corresponding mystery of the ingratitude of so many of his human creatures.
Therefore to lessen – without remotely fathoming – the mystery of souls’ eternal damnation, I need to follow St Dominic’s example, and to pray. That does not mean fooling myself that God is right when he is in reality wrong. It means my getting to thetruth, namely that he is right, and that I -- am wrong !
St Ignatius’ Spiritual Exercises greatly help to turn heart and mind to God. A Saint prayed along these lines: “O love, thou art not loved. Would that thou wert loved. Give me only to love thee as thou needest to be loved, and then do with me what thou wilt.”

Kyrie eleison.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Pontificio Consejo de la Familia: los divorciados “nunca más deben ser considerados como pecadores, porque todos los somos” (sic)



 

Papa Francisco afirma que o Concílio Vaticano II foi obra do Espírito Santo



      Logo no início da Santa Missa, na Casa Santa Marta, recentemente, o Papa Francisco lembrou o aniversário do Papa emérito Bento XVI. “Oferecemos-lhe a Missa, para que o Senhor esteja com ele, o conforte e lhe dê muito consolo”.
      Refletindo sobre a liturgia do dia, o Papa comentou a primeira leitura que fala sobre o martírio de Santo Estevão. Antes de ser apedrejado, Estevão anunciou a Ressurreição de Cristo e advertiu para a resistência ao Espírito Santo. O Santo Padre repetiu que, mesmo no meio de nós, ainda existe esta resistência.
      “Ao que parece, hoje o Espírito Santo nos incomoda, porque nos incentiva, empurra a Igreja para que vá adiante. E nós queremos que ele adormeça, queremos domesticá-la, e isto não é bom, porque Ele é Deus e é a força que nos consola, a força para prosseguirmos. Mas seguir avante dificulta… a comodidade é melhor!”.
      “Hoje – prosseguiu o Papa –, aparentemente, estamos todos contentes com a presença do Espírito Santo, mas não é assim. Por exemplo, vamos pensar no Concílio Vaticano II:
      “O Concílio foi uma linda obra do Espírito Santo. Pensamos no Papa João XXIII: um pároco bom, obediente ao Espírito Santo. Mas, depois de 50 anos, fizemos tudo o que o Espírito Santo nos disse no Concílio? Não. Comemoramos este aniversário, erguemos um monumento, mas desde que não incomode. Nós não queremos mudar, e o pior: alguns querem voltar atrás. Isto é ser teimoso, significa querer domesticar o Espírito Santo; ser tolo, de coração lento”.
      Francisco ressaltou que o mesmo acontece em nossas vidas pessoais e exortou: “Não oponhamos resistência ao Espírito. É Ele que nos liberta. Caminhemos na estrada da docilidade do Espírito Santo, no caminho da santidade da Igreja!”.
      Disse o Papa Francisco:
      “Depois de 50 anos, fizemos tudo o que o Espírito Santo nos disse no Concílio?”
      “Não oponhamos resistência ao Espírito. É Ele que nos liberta. Caminhemos na estrada da docilidade do Espírito Santo, no caminho da santidade da Igreja”. 

Sermão do Domingo de Pentecostes - Mosteiro da Santa Cruz


Analyse du sermon de Mgr Tissier de Mallerais à la Pentecôte

Analyse du sermon de Mgr Tissier de Mallerais à la Pentecôte : Mgr Tissier est pour un accord pratique avec Rome.
 

 


      Merci à Gentiloup pour son gros travail de transcription du sermon de Mgr Tissier de Mallerais le 19 mai 2013 au pèlerinage de Pentecôte.
      Françoise Romaine vient de publier une bonne analyse sur le forum Un évêque s'est levé. Mgr Tissier de Mallerais dit :
      Tous les beaux cadeaux qu'on pourrait nous offrir depuis Rome nous ne sommes pas prêts de les accepter sans examen, sans considérer les circonstances dans lesquelles ce cadeau nous serait fait. Nous exigeons de pouvoir garder notre profession de foi publique et complète, catholique;
      Françoise Romaine commente :

Os frutos do Concílio do Vaticano II - PROFANACIONES: DANZAS HINDÚES EN LA PARROQUIA DE GROSSRUSSBACH (AUSTRIA)

 

¡QUE NO SEAMOS NOSOTROS!



 

SERMON DEL RP. HUGO RUIZ EL DOMINGO DE PENTECOSTÉS.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

LOS CAMBIOS SÚBITOS DE MONSEÑOR FELLAY - POR ADRIEN LOUBIER - SOUS LA BANNIÈRE


El 30 de junio de 1988, Monseñor Lefebvre afrontaba la excomunión fulminada por la Roma modernista salida del Vaticano II, por el motivo de las consagraciones episcopales. El salvó de esta forma su obra asegurando la perennidad de la FSSPX.
Pero algunos sacerdotes ordenados por Monseñor Lefebvre, se separaron de él y se adhirieron a la iglesia conciliar para fundar la “Fraternidad San Pedro” (los padres Bisig –Suiza, Coiffet –Francia y Bauman –Suiza.
Gracias al “Courrier de Tychique” y  uno de sus numerosos corresponsales, nos enteramos de la reacción de uno de los cuatro jóvenes obispos, entonces superior del distrito de Suiza, desolado por la defección de los citados sacerdotes. El dirigió una carta a los sacerdotes de distrito.
Les ofrecemos los principales pasajes de esta carta a nuestros lectores.

Que pensar da afirmação de Dom Fellay de que Francisco “tem uma fé profunda”?


SPES

Corre pela Internet, ao que parece com fundamento, que Dom Fellay teria dito que o Papa Francisco “tem uma profunda fé”. Ainda porém que não o tenha dito de fato, lembremo-nos de que dizia algo semelhante de Bento XVI, razão por que o que escrevemos abaixo vale como quer que seja.

1) Pois bem, para um católico ter fé é antes de tudo ter fé em Cristo. Por isso, a suposta frase de Dom Fellay pode compreender-se como “o Papa Francisco tem profunda fé em Cristo”.  
2) Ora, dizer pura e simplesmente que Francisco tem profunda fé em Cristo é lançar ao ouvinte ou leitor uma espécie de engano: porque o “Cristo” em que tem profunda fé Francisco não tem a mesma razão formal que tem o Cristo da Igreja de sempre.
3) Sim, porque seu “Cristo” é ecumenista, humanista e liberal, segundo precisamente o Concílio Vaticano II: se não o fosse, como poderia alguém ter profunda fé em Cristo tal como Cristo mesmo quis que a tivéssemos e empreender do alto de seu cargo tamanhas iniquidades doutrinais como empreende Francisco em seu dia a dia romano?
4) Mas algo da ação ou das palavras de Francisco não condiz com a verdadeira fé em Cristo? Sim, como aliás também algo da ação ou das palavras de um Lutero ou de um patriarca cismático, porque, como diz Santo Tomás, o mal nunca pode ser absoluto; pressupõe sempre o bem. Ora, como Cristo é o Bem a que todo bem se reduz, obviamente o que haja de bem na ação ou nas palavras de Francisco pode reduzir-se de algum modo a Cristo.

Em tempo: Explique-se esta última afirmação de modo semelhante a como já fizemos em outro (mas análogo) contexto. Imagine-se que o bem seja uma parede e o mal uma janela. Se estendermos as dimensões da janela para igualá-las às da parede, desaparecerá não só a parede, mas a própria janela. Assim também, portanto, se se estendessem as dimensões do mal às dimensões do bem, não só desapareceriam ambos, mas desapareceria até Deus ou Cristo mesmo – que é o Bem simpliciter. Nada disso, todavia, quer dizer que propriamente falando Francisco sequer tenha fé católica, porque, como dizia Santo Agostinho, a fé católica ou é íntegra ou simplesmente não o é.  

Sobre as condições para o católico apoiar um partido político


SPES

Tem-se-nos perguntado muito ultimamente quais as condições para que o católico possa apoiar um partido político. Parece-nos que sejam as seguintes:
1) Seu programa não deve ter nem a menor sombra de comunismo ou socialismo, mas tampouco de liberalismo: nenhuma defesa das ímpias liberdades impostas pela Revolução Francesa, como a de expressão pura e simples, ou seja, indiferente liberdade tanto para o certo e o bem como para o erro e o mal – o que já é em si e por si liberdade para o mal. Já não seria liberal a seguinte formulação: liberdade de expressão para a Verdade.
2) Resta porém definir o que é a Verdade. Podemo-la ver por dois ângulos, que de modo algum podem contradizer-se: a Verdade enquanto sobrenatural e a Verdade enquanto natural. E não podem contradizer-se porque ambos os aspectos têm por fonte a Deus mesmo, que justamente por ser Deus não pode de modo algum contradizer-se.
3) Pois bem, o ideal é que um partido político se ordene integralmente tanto à Lei Divina Positiva (encarnada na Igreja e representada por ela) quanto à Lei Natural (perfeitamente captável por cada um de nós, mediante a chamada sindérese, e que é como um selo da Lei Eterna impresso na alma humana). A um partido assim (como, por exemplo, ao liderado pelo Presidente García Moreno no Equador, no século XIX) o apoio do católico há ser irrestrito – trata-se então de uma obrigação.
4) Pode haver porém partidos – como a antiga Action Française, liderada por Charles Maurras – que se oponham firmemente ao liberalismo, defendam a Lei Natural e, embora não se ordenem estritamente à Lei Divina Positiva, ao menos defendam grandemente a Igreja. A partidos assim, naturalmente, o católico pode apoiar mais ou menos integralmente, estando porém obrigado a deixar claro que tudo no mundo, incluídos estes mesmos partidos, deveriam ordenar-se de todo a Cristo Rei.
5) Não se confunda, todavia, tudo quanto se disse até agora com o voto (não apoio) a este ou aquele candidato menos indigno, ou seja, que possa beneficiar de alguma maneira a Lei Natural e/ou a Igreja, em contraposição a partidos e/ou candidatos que as ofendam grande e gravemente. Foi o que disse São Pio X aos católicos italianos. Mas, insista-se, não se trata de apoio.
6) No Brasil, por exemplo, nas últimas eleições presidenciais, havia algum candidato ou partido que se enquadrasse no item 3 ou no item 4 acima? De modo algum. Todos estavam igualmente alinhados com a chamada “agenda global”, nome eufemístico para designar o que governa hoje o mundo e que visa (ainda que inconscientemente) a nada menos que preparar a vinda do Anticristo: o amálgama de liberalismo e de comunismo em torno do apocalíptico “É Proibido Proibir” (do Maio de 68 francês). Nas eleições em questão, portanto, estávamos convictos de que tão só o voto nulo era conveniente e condizentemente católico.           

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Carta de súplica ao Pe. Morgan e padres britânicos pelos fiéis do distrito



 

Article problématique de l'abbé Delagneau



 

Novo fruto podre do Concílio Vaticano II





UNA CARTA DE SÚPLICA AL PADRE MORGAN Y AL CLERO DEL DISTRITO BRITÁNICO.- POR FIELES DE ESE DISTRITO.


 
      21 de mayo de 2013
      Estimado Padre Morgan, Estimados Padres,
      Les suplicamos en el nombre de Nuestro Señor Jesucristo, Sumo Sacerdote y amante de las almas, en el nombre de su Santísima Madre, en el nombre de Monseñor Lefebvre, y en el nombre de todos los santos ideales que los llevaron a convertirse en Pastores de almas, ayuden a nuestras almas ahora, en este momento de necesidad.
      La Subversión de la FSSPX
     
     Desde hace algún tiempo, nos hemos sentido traicionados por una porción de la FSSPX y dejados y abandonados por la falta de respuesta de la otra porción. La dirección de la Fraternidad San Pío X está siguiendo voluntariamente una nueva dirección y una nueva agenda: rehacer la Fraternidad a su propia imagen y con temerario desprecio por las almas que la divina Providencia ha puesto a su cuidado. Cada mes, algunas veces cada semana, nuevas evidencias surgen del liberalismo en la cabeza de la Fraternidad, el cual desciende desde ésta hasta los miembros de menor rango y los fieles de la Fraternidad. No hemos escuchado ni siquiera una sola explicación convincente, nada que ponga en descanso a nuestras mentes, aunque no es raro que Menzingen o DICI saquen “aclaraciones” clamando que Monseñor Fellay fue malinterpretado de algún modo.

Princípio de corrupção doutrinal


Ainda sobre a obediência devida pelo católico aos papas conciliares,
incluído Francisco
  
SPES

Não é incomum ler-se, ainda da pena de importantes sacerdotes tradicionalistas, que devemos obediência aos papas conciliares, incluído Francisco, porque são sucessores de Pedro e Vigários, na Terra, de Nosso Senhor Jesus Cristo. Tentemos aprofundar o tema.
a) Em sentido lato, chama-se autoridade a todo aquele que ocupa uma governança. No caso da Igreja, neste sentido, a autoridade papal pertence a todo aquele que é eleito legitimamente num conclave. É a chamada sucessão petrina.
b) Sucede, porém, agora em sentido estrito, que toda autoridade se ergue sobre a Verdade, desde a autoridade paterna até a papal, passando pela civil – ou isso, ou não terá razão suficiente para impor-se exatamente como autoridade. Em verdade, neste sentido, autoridade identifica-se com ensinamento, o que, repita-se, obviamente não pode dar-se senão sobre o fundamento da Verdade. O mestre que não ensina a Verdade deixa, ipso facto, de ter potestade sobre a mente dos que estão sob seu ensinamento.
c) Particularmente, a autoridade papal funda-se sobre os dados da Revelação e da Tradição, e impõe-se à totalidade dos fiéis pela infalibilidade de que se dota quando assistida pelo Espírito Santo; constitui-se então como regra próxima da Fé. Ou isso, ou a autoridade papal deixa, ipso facto, de merecer a obediência da mesma universalidade dos fiéis.
d) Pois bem, por seu liberalismo radical, o Concílio Vaticano II e os papas que o seguem não só não impõem sua autoridade sobre o fundamento da Verdade católica, mas a depõem, razão por que nenhum de seus documentos cumpre, própria nem analogamente, as chamadas Quatro Condições Vaticanas para a Infalibilidade (cf. Concílio Vaticano I).
e) Mais que isto, todavia: não só depõem sua autoridade (no sentido estrito em que o vimos tratando desde o item b acima), mas vão justamente contra o que infalivelmente disse o magistério da Igreja durante quase dois mil anos.
f) Se assim é, não só não devemos ao magistério conciliar, enquanto é tal, obediência alguma em nenhum ponto, mas devemos mover-lhe ininterrupta e intransigente oposição católica (no sentido, por exemplo, do Cardeal Pie de Poitiers). (Entenda-se esse “enquanto é tal”: enquanto ou se a Hierarquia de que dimana não se converte à verdadeira Fé.)
g) Ora, dizer o que reproduzimos no primeiro parágrafo é esquecer, precisamente, que não podemos obedecer de modo algum a um papa que está a serviço de uma nova religião, a religião prometeica, a religião do homem – a que se instalou na Sé de Pedro, como dizia nosso Dom Lefebvre, por um “golpe de mestre de Satanás”. Dizê-lo é, em outras palavras, esquecer – ou deixar de dizer claramente – que houve uma verdadeira revolução, uma verdadeira subversão na Igreja, e que todos os papas conciliares, incluído Francisco, são líderes seus.
Dizê-lo é, enfim, aderir a um perigosíssimo princípio de corrupção doutrinal, que o mesmo fundador da FSSPX, Dom Marcel Lefebvre, jamais endossaria.

Em tempo: E não se arguam contra o que dizemos palavras de Dom Lefebvre anteriores à sagração dos quatros bispos: como primeiro dos resistentes e sempre dotado da devida prudência, teve ele de percorrer um árduo caminho até poder legar-nos seu pensamento definitivo sobre este grave assunto.    



terça-feira, 21 de maio de 2013

Suposto "exorcismo" de Francisco após a Missa de Pentecostes


E. S. S.

Este vídeo mostra apenas o momento de tal “exorcismo” e dá um zoom na imagem:


Mas o mais estranho de tudo é isto que disse o Pe. Amorth:

"é uma vingança do demônio contra os bispos mexicanos, porque eles não se opuseram ao aborto como deveriam. O rapaz só será libertado se os bispos mexicanos fizerem penitência por não ter intervindo" (cfr. http://fratresinunum.com/2013/05/21/exorcismo-do-papa-fala-quem-entende-e-uma-vinganca-do-demonio-contra-os-bispos-mexicanos-porque-eles-nao-se-opuseram-ao-aborto-como-deveriam/#comments)

Pode, claro, ter sido um lapso, mas o que está dito aí não faz o mais mínimo sentido! O demônio vai querer se vingar dos bispos mexicanos porque... bem, porque eles lhe facilitaram o trabalho?...

Oligarquia Globalitária patrocina onda de ataque à corrupção para trocar petralhas por agente de confiança



Por Jorge Serrão

O esperado esquema de ações psicológicas para desestabilizar a petralhada ganhou extrema velocidade nos últimos dias. Ninguém duvide que a bem orquestrada onda de boatos mentirosos sobre o fim do Bolsa Família é apenas a parte mais visível do processo de guerra assimétrica contra um governo que é gerencialmente lento, ineficiente e corrupto.
Psicossocialmente, os interessados reais em tirar o PT do poder vão investir em uma campanha anticorrupção parecida, porém em maior intensidade e efeitos judiciais, que aquela que ajudou a eleger Fernando Collor de Mello Presidente em 1989. Em vez da caça aos marajás do passado, agora a temporada é de caça aos corruptos e, sem trocadilho, incomPTentes.
Um dos pontas de lança da guerra total ao PT é o Presidente do Supremo Tribunal Federal. Claramente Joaquim Barbosa reage às pesadas ameaças que vem recebendo da petralhada nos bastidores. O fato de atacar o Congresso e pregar que os partidos são de mentirinha (verdade que todo mundo já sabe) faz parte da ação anticorrupção que tem foco direto na futura derrocada eleitoral petista.
Também faz parte da mesma tática o duríssimo e surpreendente discurso do governador paulista Geraldo Alckmin, no último dia 8 de maio, que agora ganha repercussão tardia na internet. Candidato à reeleição – preparando-se para os violentos ataques que sofrerá do PT -, Alckmin criticou o Executivo, o Legislativo e o Judiciário – claramente nem poupando a máquina estadual que administra.
Alckmin detonou: "O povo não sabe de um décimo do que se passa contra ele. Se não, ia faltar guilhotina para a Bastilha, para cortar a cabeça de tanta gente que explora esse sofrido povo brasileiro, O sujeito fica rico, bilionário, com fazenda, indústria, patrimônio e não acontece nada. E o coitado do honesto é execrado. É desolador. A corrupção, o paraíso é o Judiciário. Todo mundo diz: ´Na hora que for para Justiça vai resolver...´Vai levar 20 anos..."
O esquema de ataque ao PT já deixa bem claro que não representa apenas uma ação daquele que seria, em tese, o principal partido de oposição. O PSDB é apenas um dos instrumentos do ataque. Joaquim Barbosa também cumpre o mesmo papel. Até as Organizações Globo já abrem espaço impresso (em O Globo, na Época e no Valor Econômico) para críticas diretas de militares, e começa até a questionar a Comissão da Meia-Verdade (ou a Omissão da Verdade).
Ninguém duvide que a temporada de trégua a Luiz Inácio Lula da Silva já acabou. Os inimigos do PT e seus agentes têm como prioridade impedir que Lula seja bem sucedido no plano (ainda não exposto publicamente) de conquistar uma vaga no Senado pelo Estado de São Paulo, em 2014. É para inviabilizar (ou atrapalhar muito) Lula que já se cogita na candidatura de José Serra – também ao Senado. No mínimo, Serra tira a facilidade de uma vitória de Lula – que também deseja eleger sua amiga Rosemary Noronha deputada federal. Tudo, claro, em nome do amor à impunidade.
Por isso, vale repetir e deixar bem claro. Na sucessão presidencial, tudo vai depender da vontade da Oligarquia Financeira Transnacional que controla os negócios no Brasil. Lula, Dilma e companhia devem se preparar para uma temporada monumental de desgaste pessoal e político, com pressão pessoal insuportável nos bastidores e um festival de denúncias de escândalos na mídia. Dilma, que estava com a sucessão tranquila, agora tem motivos para rezar muito.
A confusão pode até abrir espaço para um perigoso vácuo institucional. Se isto ocorrer, os controladores globalitários devem investir no Poder Judiciário como o “solucionador do caos”, punindo os agora inimigos (que serão popularmente chamados de “corruptos”. A Oligarquia global também pode até apelar para a velha fórmula do passado, investindo nos militares para legitimar o suposto processo de “depuração institucional”.
Uma coisa é absolutamente certa. Uma intervenção como 1964 – na visão da Oligarquia Globalitária – está descartada. Naquela época, eles não tinham o domínio completo do Brasil. Por isso precisaram dos militares para assumir o poder e instalar, na máquina estatal, os tecnocratas que implantaram a “Nova Ordem Mundial” na economia brasileira. Quando a Oligarquia percebeu que os militares tentavam dar uma linha nacionalista ao projeto econômico, rapidamente, os tiraram do poder pela garagem do Palácio do Planalto.
Desde 1985, os governos que sucederem à nada “Nova República” – como foi chamado o golpe de azar e de maquiavelismo institucional que levou José Sarney à Presidência) seguem a cartilha da Oligarquia Financeira Transnacional. Até as privatizações da Era FHC, que pareciam um “desmonte neoliberal do Estado”, na verdade, com o sistema de agências reguladoras, foi um mero ato capimunista.
O governo Lula habilmente se aproveitou do esquema e aprofundou o capimunismo. Usando a aparelhagem do partido sobre os fundos de pensão de estatais, para influir diretamente nas empresas pretensamente desestatizadas, a petralhada abriu caminho para os novos negócios petistas – em que seus dirigentes, amigos e parceiros têm participações de menos de 4% do capital social dos maiores empreendimentos do País (geralmente financiados pelo BNDES).
Na visão da Oligarquia Financeira Transnacional, o PT cometeu excessos. A corrupção, que antes viabilizou todos os negócios pós-regime militar, saiu do controle e ameaça os maiores negócios. Eis o motivo pelo qual a banca globalitária fará todo o investimento necessário para substituir Dilma Rousseff.  O que precisa ficar bem claro é que a troca será de seis por uma meia dúzia menos abertamente corrupta que a petralhada.
Na essência, a sucessão de 2014 deve mudar apenas quem senta no trono de Presidente. O novo ocupante do Palácio do Planalto obedecerá aos mesmos patrões de sempre. Hoje, a preferência da Oligarquia recai sobre Aécio Neves. O nome dele é cotado desde a famosa festinha na mansão Spencer House, casa dos banqueiros londrinos Rotschild, em 17 de junho de 2004, quando Aécio foi citado como “Futuro presidente do Brasil”.
Mas, se não for Aécio, será qualquer um. Podem obrigar até o Joaquim Barbosa a entrar na dança, embora ele negue ter qualquer vontade de sair da aparente comodidade do Poder Judiciário para uma desgastante gestão da política no Executivo. Barbosa seria agora um plano B, tendo Aécio como a opção A. No entanto, se ação dos controladores globalitários contra a petralhada depender muito do Judiciário, Barbosa pode ser colocado no páreo, como franco favorito, graças à popularidade angariada pela atuação no julgamento do Mensalão.
E, sem nenhuma surpresa, sustentado e patrocinado pela Oligarquia Financeira Transnacional, o fator Barbosa terá o apoio do braço forte e da mão amiga dos militares – que querem fazer alguma coisa para mudar a República, mas ainda sofrem do desgaste psicológico pós-1964. Hoje, a preferência deles seria atuar nas sombras do poder – e não com generais-presidentes, que não roubaram, mas não sabiam quem era o real inimigo que os manipulava politicamente.
Tais verdades são muito duras – principalmente para os membros do Poder Fardado. Mas tudo se encaminha para um apoio deles ao Poder Togado. Ou, se tal radicalização institucional não for necessária, todos vão dar suporte à operação de aparente limpeza da petralhada corrupta a ser feita pelo neto de Tancredo Neves. Isto ocorrendo, o cachorro amestrado da história tupiniquim volta à cena, como sempre correndo atrás do próprio rabo e metendo sempre o rabo entre as penas para obedecer aos desígnios da Oligarquia Financeira Transnacional.
Em resumo, só por milagre o Brasil deixará de ser aquela velha e rica colônia de exploração mantida sob controle do Poder Real da Nova Ordem Mundial.

Secreto de Fátima - Ignacio Elena



 

LA FSSPX INFILTRADA POR GNÓSTICOS.- PARTE IV



 


      Ya en 1990, el Padre La Praz me dijo que se había dado cuenta de que había mala gente que se había infiltrada en la Fraternidad San Pío X, de la misma manera que se hizo en el Concilio Vaticano II. Lo hemos notificado a los responsables, y lo único que recibimos a cambio fue una paliza con el báculo.Padre Michel Koller, FSSPX, junio de 2012.
       Estas palabras fueron pronunciadas por el Padre Koller en su famoso sermón de junio de 2012. Nos habló del Padre La Praz, el Sacerdote crucificado de la FSSPX. Él ofreció su vida por su amada Fraternidad, dándose cuenta de la infiltración que sufría. Murió en 1993 luego de 130 operaciones y de sufrimientos terribles. El Padre La Praz fue sacerdote y víctima, apóstol en su cama de hospital, misionero desde su cama de dolores. Pidámosle nos ayude a darnos cuenta verdaderamente del alcance de esta infiltración que sufre la Fraternidad.
      Continuamos con el Padre Célier:
      De la revista VEHEMENTER, n°3 : 
      El Padre Grégoire Célier ha publicado en el 2003 el controversial “La Paille et le Sycomore” para desacreditar los trabajos de los señores Jean Vaquié y Etienne Couvert y su revista “Les Cahiers Barruel. Estos autores han sido prácticamente los únicos en Francia, entre los años 1978 y 1997, en advertir contra las infiltraciones de los autores esotéricos en los medios católicos tradicionales. Una tal audacia de querer desacreditar personas tan honorables y los trabajos tan útiles para el combate de la Fe, es muy desconcertante.
      El Padre Grégoire Célier se cree con el deber, a ejemplo del doctor Guillotin, de decapitar las cabezas de los señores Vaquié y Couvert y los trabajos de los Cuadernos Barruel. En París, en la época del terror, ¡le habría ido muy bien!
      Y ya que se especializó en este género de altas obras, tenemos también la serie antieducativa "Pequeño Ángel ", escrita y dibujada por Jean-Luc Cherrier, en las ediciones Fideliter, en la cual todos los adultos son decapitados (una idea de Gricha!), y la tarjeta de felicitación 2006, repitiendo algunos dibujos de la misma serie, lo demuestran: Al Padre Célier le gusta decapitar a los adultos.

CONFERENCIA DEL PADRE OLIVIER RIOULT EN ESPAÑOL.- MAYO DE 2013

EL LIBERALISMO ES PECADO.- DON FÉLIX SARDÁ Y SALVANY



 

Sermão do domingo de Pentecostes Dia 19 de Maio de 2013 - Padre René Trincado C.


 Sermão do domingo de Pentecostes 
Dia 19 de Maio de 2013
Padre René Trincado C. 

 O Catecismo de São Pio X ensina que existe o Espírito Santo, terceira pessoa da Santíssima Trindade, que é Deus eterno, infinito, onipotente, Criador e Senhor de todas as coisas, como o Pai e o Filho. Diz também que a obra que atribui especialmente ao Espírito Santo é a santificação das almas.
      O dia de Pentecostes, cinquenta dias depois da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo e dez dias depois de sua Ascensão, o Espírito Santo desceu dos céus, de maneira visível, em forma de línguas de fogo.
Os  efeitos que produziu o Espírito Santo nos apóstolos foram estes: Os confirmou na fé, os encheu de luz, de fortaleza, de caridade e da abundância dos sete dons.
O Espírito Santo não foi enviado somente aos Apóstolos, senão a toda a Igreja e a todas as almas fiéis de todos os lugares e tempos.
O Espírito Santo transformou os Apóstolos de homens terrenais em homens divinos e santos:  os que até este dia eram débeis e pecadores, desde esse momento seriam grades santos. De ignorantes em sábios. De covardes e tímidos em valorosos e mártires.
O Espírito Santo quer fazer o mesmo em nossas almas: quer nos santificar, nos iluminar e nos fazer fervorosos.

Caros amigos de la Resistencia.


Días antes de dejar a España, tuve un interesante encuentro con un especialista en cuestiones vaticanas que por discreción me pidió no dar su  nombre. Luego de trasmitirme su admiración y aliento por M.W., me conto una serie de cosas, algunas de las cuales transcribo, pues al menos no dejan de ser muy interesantes. Mi interlocutor nos confió que  entre  las cuestiones pactadas para el acuerdo que estuvo a punto de firmarse en abril del año pasado y por la cual se le daría un estatus de prelatura , la FSSPX  mudaría su nombre en Fraternidad San José. Viendo la reacción causada por los resistentes, Roma decidió demorar el tal acuerdo. La reciente consagración a San José que las autoridades de la neo-fraternidad hicieron en marzo fue interpretada como un mensaje “subliminal” de M.F. al Papa Francisco que el deseo de tal prelatura y su nombre se mantiene. No faltará quien vea en esto una fantasía... quizá lo sea, pero con la sumatoria de jugosos datos proporcionados nos parece que al menos vale la pena el comentarlo.
      Hasta el momento la gira nos ha dado un magnifico fruto, ver que los resistentes son más de lo que imaginábamos, enterarnos de las mentiras con las que trataron de distraer la atención de algunos fieles, especialmente los que no tienen acceso a internet, uno de ellos nos manifestó que al preguntarles los motivos de la expulsión de M.W., los Padres de Madrid expresaron que “... fue porque M. W. quería aceptar el Vaticano II...” [sic] ... y por todas partes se nos acusa de “envenenar a los fieles” ... aunque ellos traten de explicar lo inexplicable y ser los impolutos de la historia!... Dios les perdone.
     Ya en Portugal, estamos recibiendo información importante que trasmitiré de viva voz, sobre  la resistencia en otros países de Europa que nos reconfortan y nos alienta en el combate.
     Mañana a los pies de la Virgen de Fátima pondré todos nuestros esfuerzos e intenciones....para que en breve veamos cumplirse el “al fin mi Inmaculado Corazón triunfará!”

     Reciban todos un abrazo en Xto. Rey.
                                                            P.E.C.

Banco do Brasil apoia o absurdo gayzismo


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Notes de la conférence de l’abbé Olivier Rioult – mai 2013 "La Crise dans la Fraternité"



 

Abbé Rioult: Conférence sur « La crise dans la Fraternité – Mai 2013


MONSEÑOR FELLAY: FRANCISCO TIENE UNA FE PROFUNDA.- EL VERDADERO CARDENAL ODDI.- LA MASONERÍA Y LA IGLESIA



 

Mgr Fellay à Lille, sur le pape François. Le véritable cardinal Oddi. La Franc-maçonnerie et l'Eglise.



 

SERMÓN DEL R.P. RENÉ TRINCADO EL DOMINGO DE PENTECOSTÉS.-

 
X
      El Catecismo de San Pío X nos enseña que existe el Espíritu Santo, tercera Persona de la Santísima Trinidad, que es Dios eterno, infinito, omnipotente, Creador y Señor de todas las cosas, como el Padre y el Hijo. Dice también que la obra que se atribuye especialmente al espíritu Santo es la santificación de las almas.
      El día de Pentecostés, cincuenta días después de la Resurrección de N.S. Jesucristo y diez después de su Ascensión, el E.S. bajó de los cielos, de manera visible, en forma de llamas o lenguas de fuego.
      Los efectos que produjo el Espíritu Santo en los Apóstoles fueron estos:los confirmó en la fe, los llenó de luz, de fortaleza, de caridad y de la abundancia de sus Siete Dones.
      El Espíritu Santo no fue enviado sólo a los Apóstoles sino a toda la Iglesia y a todas las almas fieles de todos los lugares y tiempos.
      El E.S. transformó a los Apóstoles de hombres terrenales en hombres divinos y santos: los que hasta ese día eran débiles y pecadores, desde ese momento serían grandes santos. De ignorantes en sabios. De cobardes y apocados en valerosos y mártires.
      El E.S. quiere hacer lo mismo en nuestras almas: quiere santificarnos,iluminarnos y hacernos fervorosos.